Dzi Croquettes

entre pelos, purpurina e teatralidade

Autores/as

  • Pedro Augusto Chaves

Palabras clave:

Dzi Croquettes, Memória LGBTQIA+, Música LGBTQIA+

Resumen

Durante o período de maior repressão no Brasil, com a instauração do Ato Institucional nº 5 (13 de dezembro de 1968), e o consequente aumento da censura, do medo e da violência, surgiu um grupo de homens que marcaria os periódicos da época e as mentes daqueles que assistiram seus espetáculos.

Esses homens, com corpos definidos e cobertos de pelos, subiam ao palco trajando acessórios considerados femininos, como saltos altos, cílios postiços e muita purpurina. As cenas apresentadas por esse grupo eram permeadas por um improviso único, em que as falas e intervenções eram influenciadas tanto pelo humor do ator em cena quanto pelas reações do público. A expressividade e ousadia desse grupo de artistas desafiavam as normas da época, oferecendo uma performance que misturava características tradicionalmente masculinas e femininas em um cenário de opressão crescente.

Essa transgressão simbólica representava um ato de resistência cultural em tempos de forte repressão política e social.

Publicado

2016-08-02

Cómo citar

Chaves, P. A. (2016). Dzi Croquettes: entre pelos, purpurina e teatralidade. Revista Memória LGBT, 5(02), 06–11. Recuperado a partir de https://revista.memoriaslgbt.com/index.php/ojs/article/view/37

Número

Sección

Artigos Livres

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