HISTÓRIA DA ÁFRICA E A QUESTÃO LGBT

Uma resistência ao pensamento eurocêntrico nas escolas e nos museus

Autores

Palavras-chave:

LGBT, LGBTQIA+, Ensino, África, Afro

Resumo

O ensino de história da África, somente há pouco tempo tornou-se obrigatório nos currículos escolares e tal fato se deu a partir da implantação do projeto de lei 10.639/2003, que tornou obrigatório, no território brasileiro, o ensino, nas escolas públicas e particulares, da história e cultura afrodescendente. Todavia, embora esta seja uma grande conquista dos movimentos afrodescendentes no Brasil, na prática, muito ainda precisa ser feito para que haja uma mudança significativa no campo escolar. Na atualidade, temos experimentado outras formas parecidas de luta por direitos, reconhecimento e legitimação perpetrados por grupos marginalizados social e culturalmente, entre eles, o Movimento LGBT tem se destacado por sua organização política e militância em prol de mais espaço e respeito em nossa sociedade. Recentemente, uma cartilha, estrategicamente apelidada de Kit-Gay pelos opositores, pretendia promover, nas escolas, a luta contra a homofobia. Em conjunto, as limitações enfrentadas no ato da inserção da história da África e da questão LGBT nas escolas e nos museus impede o entendimento de uma sociedade africana que possuía relações de gênero complexas e elucidativas para a compreensão da formação histórica e cultural da sociedade brasileira.

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Publicado

20-11-2013

Como Citar

Sousa Silva, J. L. (2013). HISTÓRIA DA ÁFRICA E A QUESTÃO LGBT: Uma resistência ao pensamento eurocêntrico nas escolas e nos museus. Revista Memória LGBT, 1(1), 11–17. Recuperado de https://revista.memoriaslgbt.com/index.php/ojs/article/view/2

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