Oxum e Narciso - A marginalidade do auto-afeto de pessoas pretas e/ou LGBTQ+

Autores

  • Vitú de Souza Universidade Federal de Minas Gerais

Palavras-chave:

Autoestima, narcisismo, Oxum, reflexão, Beleza Negra

Resumo

O texto é uma reflexão sobre a relação entre o conceito de beleza negra e a figura mitológica de Narciso, em contraste com Oxum, a divindade iorubá das águas doces e do afeto. O autor compartilha experiências pessoais de estranhamento com seu reflexo, questionando por que a autoestima negra é frequentemente associada ao narcisismo e não à força positiva de Oxum. A narrativa explora como o colonialismo europeu distorceu símbolos de beleza e autoestima, estigmatizando o amor-próprio entre pessoas negras e condicionando-as a rejeitar sua própria imagem.

Biografia do Autor

Vitú de Souza, Universidade Federal de Minas Gerais

Vitor Luiz Medeiros de Souza é bacharel em Museologia pela UFMG, membro da Museologia Kilombola, participa do Núcleo de Pesquisa em Raças - Universidade Federal de Minas Gerais e do Núcleo de Pesquisa em Raça, Gênero e Performance - NUPERGEPE e atua no Coletivo Erês Coletivo Corporeidade.

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Publicado

15-04-2022

Como Citar

Souza, V. L. M. de. (2022). Oxum e Narciso - A marginalidade do auto-afeto de pessoas pretas e/ou LGBTQ+. Revista Memória LGBT, 7(01), 8–14. Recuperado de https://revista.memoriaslgbt.com/index.php/ojs/article/view/67